sábado, 30 de abril de 2011

Emocional deve ser encarado como preparação física


Ricardo Gomes elogia trabalho da psicóloga Maria Helena, 24 anos de Vasco


Sábado, 30/04/2011 - 09:22

Os cabelos são compridos, mas não se trata do Enrico. É experiente, com mais de 20 anos de casa, porém enganou-se quem pensou em Felipe. Tem a fala mansa e o respeito de todos, no entanto tampouco é o técnico Ricardo Gomes. Psicóloga vascaína há 24 anos, Maria Helena Rodriguez tem a árdua missão de colocar em perfeitas condições a cabeça dos jogadores na final da Taça Rio, contra o Flamengo, mesmo diante do mau retrospecto recente em partidas decisivas contra o arquirrival.

Referência da psicologia esportiva no País, Maria Helena preferiu se afastar das entrevistas esta semana e manter os holofotes distantes do trabalho que ela desenvolve há décadas em São Januário. Um dos frutos de tantos anos, além de vários garotos formados na base vascaína, é Maíra Ruas, hoje psicóloga do Botafogo, que se considera “filha profissional” da profissional vascaína, com quem estagiou durante três anos. No ano passado, Maíra teve pela frente o Flamengo e um “trauma” semelhante. 

“O foco é na vitória, não no adversário. Não se deve pensar nos obstáculos que foram enfrentados outras vezes”, diz Maíra, que foi chamada para trabalhar com o time profissional do Botafogo pelo então técnico do clube Ney Franco.

Em São Paulo, a psicóloga Anahy Couto, que hoje trabalha para a Traffic, foi contratada após série de derrotas do Banespa para o Suzano no vôlei masculino nos anos 1990. 

“Alguns jogadores admitem a fraqueza nessas situações. Eles assumem crenças de que o outro é superior, de que é melhor, o que os impede de conquistar um título, passar de fase”, destaca Anahy, que, em 2001, comemorou o sucesso do seu trabalho, quando o Banespa conquistou o Campeonato Paulista após eliminar o Suzano.

Para Anahy, que trabalhou com Kaká e outros jogadores renomados no São Paulo, uma forma de trabalhar a cabeça do atleta é lembrá-lo de realizações que eles já tiveram na profissão e na história de vida.

“Mostro o poder que eles têm de enfrentar qualquer situação. Às vezes, eles estão em dificuldades e não conseguem encontrar saídas. Nosso trabalho, na psicologia esportiva, é ajudá-los a sair dessa situação”, afirma Anahy.

Com 20 anos de experiência na matéria, João Ricardo Cozac trabalhou no futebol paulista e em Goiás. Ele cita como características de Maria Helena o carinho e a sensibilidade para compreender as demandas e necessidades dos atletas. “Não é uma psicóloga que apaga incêndio, ela trabalha para evitá-los”, diz Cozac. 

Emocional deve ser encarado como preparação física

Presença constante na boca do túnel no gramado de São Januário, Maria Helena costuma estabelecer um primeiro contato assim que os atletas chegam ao clube. A proximidade é fundamental para conhecer cada jogador. 

"Não é um trabalho de curto ou médio prazo. Ela está aqui há 24 anos, conhece todos e nos ajuda bastante" elogia o técnico Ricardo Gomes.

Segundo Maíra Ruas, toda informação que chega à psicóloga pode servir como ferramenta para o treinador. "O técnico é o grande líder. Claro que nós preservamos o sigilo psicológico de cada atleta, mas ele precisa compreender a dinâmica da psicologia individual do atleta e do grupo" diz Maíra.

Anahy Couto destaca que o acompanhamento psicológico também deve ser encarado como preparação física.

"Quanto mais o atleta se conhece, mais forte ele fica emocionalmente", lembra.


Maria Helena Rodriguez observa treino: 24 anos de Vasco


Fonte: Marca Brasil

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Juninho Pernambucano


VASCO ANUNCIA OFICIALMENTE VOLTA DE JUNINHO PERNAMBUCANO


Quarta-feira, 27/04/2011 - 11:06

Dez anos depois de ter vestido pela última vez a camisa cruzmaltina, o meia Juninho Pernambucano, um dos maiores ídolos do Vasco retorna a São Januário, por amor ao clube, a torcida e a pedido do presidente Roberto Dinamite.A diretoria vascaína acertou o retorno do jogador que estava no Al-Gharafa, do Qatar, nesta última terça-feira (26/04). Roberto Dinamite, o presidente da Assembléia Geral, Olavo Egydio Monteiro de Carvalho e o empresário do jogador, José Fuentes, estiveram nesta semana no Qatar, resolvendo os últimos detalhes do acerto. Emocionado, Juninho falou da alegria de poder retornar para o clube do seu coração.
- Estou retornando ao Vasco por duas instituições deste clube que são a sua torcida linda e fantástica e seu presidente, homem simples e do bem. Eu precisava fazer isto e sempre disse que o que faltava era iniciativa. Em 2009, Rodrigo Caetano me mandou um e-mail e conversamos. A coisa não andou. Faltava o projeto, o encaminhamento de uma proposta de trabalho. E este ano, com a ajuda do próprio Rodrigo e do Fuentes, Roberto esteve em Recife e ali sacramentei minha volta. Estou muito feliz – comentou Juninho com exclusividade ao SITE OFICIAL.
O reizinho de São Januário que mesmo no Qatar, acompanhava tudo sobre o Vasco está dando uma demonstração de amor verdadeiro ao Vasco.
- Volto sem ação de marketing alguma. Eu e o Vasco somos parceiros, na alegria e na tristeza. Eu volto para ganhar um salário mínimo, porque preciso ser justo com o torcedor. Tenho que dar resultado e se acontecer, sou premiado. Me preparo nestes dois meses restantes antes do Brasileiro e volto em agosto firme e forte, sabendo que não sou mais o Juninho de dez anos atrás, mas posso ainda contribuir muito. O torcedor pode confiar na entrega e no espírito guerreiro que vou levar aos meus novos companheiros e daqui vou torcer muito, já a partir deste domingo, como venho fazendo desde que sai do Brasil. Acompanho tudo e sou Vasco. Estou muito ansioso para chegar ao Rio de Janeiro e sentir este calor p concluiu Juninho ao site oficial.
Na sua primeira passagem no Vasco, Juninho esteve presente nas maiores conquistas do clube, como os Brasileiros de 1997, 2000 e a Libertadores de 1998, onde teve uma participação inesquecível para os torcedores, que acabou virando uma das músicas mais entoadas pelos vascaínos. Juninho marcou de falta sobre a equipe do River Plate-ARG, um gol que garantiu sua equipe na decisão, conquistada posteriormente sobre o Barcelona de Guayaquil. O reizinho de São Januário disputou 295 jogos pelo Vasco e marcou 55 gols.
Confira a ficha técnica do jogador:
Nome completo: Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior
Data de nascimento: 30/01/1975 (36 anos), Recife.
Altura: 1.79
Peso: 74 kg

Clubes: Sport Recife (1993/1994)
Vasco da Gama (1995/2001)
Lyon (2001/2009)
Al-Gharafa (2009/2011);

Títulos:
Sport-RE: Campeonato Pernambucano (1994) e Copa do Nordeste (1994).
Vasco: Campeonato Brasileiro (1997 e 2000), Campeonato Carioca (1998), Copa Libertadores da América (1998), Torneio Rio São Paulo (1999) e Copa Mercosul (2000). 
Lyon: Campeonato Francês (2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008).
Supercopa da França: (2002, 2003 e 2004).
Copa da França (2008).
Al-Gharrafa: Qatari Stars Cup (2010), Liga do Qatar (2010), Qatar Crown Prince Cup (2010)

Enviado especial: Flávio Dias
Texto: Raquel Vieira
Fotos: Flávio Dias

Fonte: Site oficial do Vasco

terça-feira, 26 de abril de 2011

A importância da psicóloga do Vasco antes da decisão


Romulo ressalta importância da psicóloga do Vasco antes da decisão 


Terça-feira, 26/04/2011 - 02:17

Dos 11 titulares vascaínos nos últimos jogos, seis nem eram nascidos quando o time venceu o Flamengo na última vez em uma decisão estadual, em 1988, quando Cocada estufou a rede de Zé Carlos, no Maracanã. O volante Rômulo, então — nascido em setembro de 1990, em Picos, no Piauí —, mal viveu essa verdadeira sina que os torcedores vascaínos enfrentam há 23 anos (ou seis decisões) sem derrotar o maior rival em uma final.

A expressão risonha na coletiva, no entanto, não escondia a ansiedade para que a semana passe logo. A cada mexida na pequena haste da bandeira vascaína, na mesa da sala de imprensa, e na cadeira de lá para cá demonstrava a ansiedade para que chegue logo o clássico do fim de semana. Mas, antes, tem um detalhe: o Náutico. O time pernambucano vem ao Rio tentar vencer o Vasco por quatro gols de diferença amanhã, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. 

"Temos que saber o que a gente quer. No domingo, tem um jogo mais importante ainda, mas antes temos outra decisão contra o Náutico", disse ele, que atuou em todas as partidas do Vasco este ano. 

No intervalo de 50 minutos entre o fim do treino e o início da coletiva de imprensa, a preocupação em deixar os assuntos decisão contra o Flamengo, jejum de títulos, vice e trauma para trás era evidente em cada resposta e reação dos jogadores. Mas Rômulo deu pista de conversa fundamental para tudo isso acabar bem pelos lados de São Januário. 

"A Maria Helena (psicóloga do Vasco) sempre conversa com a gente. Ela nos dá boas orientações para saber como lidar com várias situações. Durante esta semana, vamos ter muito para conversar com ela", disse o volante, que fez o gol do Vasco no primeiro turno contra o Flamengo, quando o time perdeu por 2 a 1, no Engenhão.

Autor do gol da classificação para a final da Taça Rio, Eder Luis esteve ainda mais sério que o inexperiente companheiro. Em determinado momento, chegou até a sair de sua seriedade para devolver as questões. "Vocês querem o que, não vamos então entrar em campo contra o Náutico? Não dá. Que jogador não quer jogar uma final contra o Flamengo, jogar em estádio lotado? Todos querem, mas antes têm o Náutico e a Copa do Brasil", lembrou Eder Luis.

Fonte: O Dia

Maior goleada do Vasco sobre o Urubu completa 80 anos


Maior goleada do Vasco sobre o Urubu completa 80 anos nesta 3ª


Terça-feira, 26/04/2011 - 01:03


Time do Vasco de 1931


VASCO DA GAMA 7X0 FLAMENGO 
Data: 26/04/1931
Local: São Januário
Campeonato Carioca 
Gols: Russinho (aos 5 minutos), Mário Mattos (aos 27 minutos), Russinho (aos 30 minutos) e Mário Mattos (aos 34 minutos); 2º tempo: Sant'Anna (aos 4 minutos) e Russinho (aos 14 e aos 20 minutos)

VASCO - Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Bahiano, Russinho, Oitenta-e-Quatro, Mário Mattos e Sant'Anna Técnico: Harry Welfare 

FLAMENGO - Floriano, Léo e Hélcio; Flávio, Penha (Fonseca) e Darci; Adelino, Vicentinho, Elói (Nélson), Álvaro e Cássio. Técnico: Charles Williams

Fonte: Blog Boteco do Portuga

segunda-feira, 18 de abril de 2011

História do Clube de Regatas Vasco da Gama


HISTÓRICO

Aqui apresentamos apenas um resumo da gloriosa História do Vasco. Pretendemos, no futuro, contar a História do Clube detalhadamente, em capítulos cobrindo ano a ano a trajetória do Vasco da Gama.
O Club de Regatas Vasco da Gama foi fundado no dia 21 de agosto de 1898 às 14 horas e 30 minutos, segundo sua ata de fundação. A reunião marcada para fundar o Clube ocorreu na sede da Sociedade Dramática Filhos de Talma, situada à Rua da Saúde nº 293, e dela tomaram parte 62 pessoas. O primeiro presidente do Clube foi Francisco Goçalves Couto Junior, eleito nesta mesma reunião com 52 votos, enquanto o primeiro vice-presidente foi Henrique M. Ferreira Monteiro, eleito com 41 votos. O nome escolhido foi uma homenagem ao Almirante Vasco da Gama, que, em 27 de maio de 1498, havia pouco mais de 400 anos, tinha descoberto o caminho marítimo para as Índias.
Ao contrário do que sempre se afirmou, o Vasco começou a competir ainda em 1898, participando no dia 13 de novembro daquele ano de uma regata em homenagem às datas nacionais, disputada no Club de Regatas Botafogo e sob patrocínio da União de Regatas Fluminense. O Vasco participou de dois páreos, mas não ganhou nenhum. A primeira vitória só veio a acontecer em 4 de junho de 1899, em outro páreo promovido pela URF no mesmo local (Botafogo). O primeiro título carioca de Remo veio em 1905, com o bicampeonato em 1906.
A primeira sede do Vasco foi na Rua da Saúde, mas logo foi transferida para a Ilha das Moças. Nesta época, o Clube já contava com 251 sócios. Mais tarde, a sede foi removida para a Travessa do Maia nº 15 e o Vasco alugou um barracão na Rua do Passeio, nº 18, para servir de garagem para os barcos. Este barracão serviu também para os treinamentos das primeiras equipes de tiro e ginástica. A equipe vascaína de Remo continuava a colecionar títulos, como o tricampeonato carioca de 1912, 1913 e 1914.
Em 1915, o "vírus" do futebol começou a contaminar o Vasco. Animados pela visita de um combinado português que em 1913 fez uma excursão ao Rio de Janeiro, alguns sócios fundaram o Departamento de Futebol do Clube no dia 26 de novembro de 1915, graças a uma fusão com o Lusitânia, clube de futebol da época fundado por imigrantes portugueses.
A estréia do Vasco em jogos oficiais foi em 3 de maio de 1916, ná época feriado de comemoração do Descobrimento do Brasil. Jogando pela terceira divisão da LMDT, o Vasco perdeu por 10 a 1 para o Paladino. Coube a Adão Antônio Brandão - o maior atleta da História do Clube, campeão em várias modalidades - a honra de fazer o primeiro gol oficial do Vasco. A primeira vitória do Vasco veio em 29 de outubro do mesmo ano, ao vencer o River São Bento por 2 a 1 em um jogo dramático.
Após ter "penado" por alguns anos nas divisões inferiores da Liga, em 1922 o Vasco foi o campeão da segunda divisão e, após um empate em 0 a 0 contra o São Cristóvão, último colocado da primeira divisão em 1922, ganhou o direito de jogar contra os "grandes" em 1923.
A partir daí, a história começa a ficar mais conhecida. Treinado por Ramón Platero e sob um regime semi-profissional que incluía de treinamentos pesados a pagamento de "bichos" (iniciativa até então inédita), o Vasco deu um banho em Flamengo, Fluminense, Botafogo, América e Bangu e levantou seu primeiro grande título, o Campeonato Carioca de 1923. O título só não veio invicto porque o Vasco perdeu um jogo por 3 a 2 para o Flamengo, no returno, que contou com uma até hoje discutida arbitragem do botafoguense Carlito Rocha, que anulou um gol vascaíno que seria o do empate. Anos mais tarde, em 1943, em depoimento dado ao Jornal dos Sports, o treinador vascaíno descreveu o lance: "a bola ultrapassou totalmente a linha do gol, mas o Carlito estava com a visão encoberta por um jogador do Flamengo. Em nenhum momento duvidei da honestidade do árbitro, tanto que ele continuou apitando os jogos do Vasco normalmente".
Com o título, a popularidade vascaína aumentou. O Vasco, definitivamente, não era mais o clube apenas dos portugueses radicados no Rio, mas dos cariocas das mais diversas origens e de todas as camadas da sociedade.
Apavorados com o crescente prestígio vascaíno, especialmente depois da conquista do título de 1923, os clubes grandes de então reuniram-se para exigir que o Vasco e os demais pequenos se submetessem a uma investigação em torno das posições sociais de seus atletas. A ordem era que se eliminassem os jogadores profissionais ou que não fossem capazes de assinar a súmula das partidas. O Vasco contava com vários analfabetos no time. As manobras antivascaínas, porém, não deram certo, pois o Clube contratou professores para ensinar os atletas a assinar o próprio nome.
Desesperados, os grandes partiram pra outra alternativa. Abandonaram a Liga Metropolitana (LMDT) e criaram a Associação Metropolitana de Esportes Amadores (AMEA). O Vasco tentou filiar-se, mas foi impedido sob o argumento de que não possuía um campo apropriado (o clube disputava seus jogos no campo da Rua Moraes e Silva). Não era bem esse o problema. Tanto que foi proposto ao Vasco eliminar doze de seus jogadores, exatamente os negros e operários, para que o aceitassem na nova entidade. Não havia mais dúvida: era racismo mesmo.
Coube ao presidente vascaíno, José Augusto Prestes, enviar ao presidente da AMEA, Arnaldo Guinle, uma carta manifestando o repúdio do Vasco ao racismo e deixando clara a posição do clube em relação à exigência do afastamento dos seus doze jogadores. "Estamos certos", escreveu José Augusto Prestes, "de que V. Excia. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno de nossa parte sacrificar, ao desejo de filiar-se à AMEA, alguns dos que lutaram para que tivéssemos, entre outras vitórias, a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923. São doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de suas carreiras. Um ato público que os maculasse nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles com tanta galhardia cobriram de glórias. Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V. Excia. que desistimos de fazer parte da AMEA."
Em 1924, fora da liga "racista", o Vasco fez a melhor campanha da História do Campeonato Carioca: 16 vitórias em 16 jogos, ou seja, 100% por cento de aproveitamento. Esta performance, não igualada até hoje, deu ao Vasco da Gama seu primeiro título invicto.
Decididos a fazer do Vasco um clube grande, os vascaínos partiram então para a construção de um estádio, passando a angariar fundos entre 1924 e 1926. Listas corriam pela cidade, onde muita gente assinava, dando a contribuição que podia. O êxito foi tanto que, ao final de 1926, oito mil novos sócios tinham ingressado no clube. Em 1925, foi adquirido um terreno numa colina em São Cristóvão, que havia sido ocupada no seculo XIX por uma chácara doada por D. Pedro I à Marquesa de Santos.
Com a sua popularidade e seu quadro social crescendo rapidamente, e com o grande sucesso de seu plano de construção do estádio, o Vasco foi admitido na AMEA, em igualdade de condições com os clubes grandes, ainda em tempo para o campeonato de 1925. A construção do estádio coube à Cristiani & Nielsen, prestigiosa firma que pouco antes havia erguido o Jockey Club Brasileiro no hipódromo da Gávea. A pedra fundamental foi lançada no dia 6 de junho de 1926. Raul da Silva Campos era o presidente do Vasco. Menos de 11 meses depois, o clube entregava ao futebol brasileiro o estádio Vasco da Gama, mais tarde popularmente denominado de São Januário.
Na época da sua inauguração, São Januário era o maior estádio da América do Sul e, até a inauguração do Pacaembu em 1940, seria o maior do Brasil. Os jogos da Seleção Brasileira foram regularmente realizados em São Januário até a inauguração do Maracanã em 1950, destacando-se a conquista do Campeonato Sul-Americano pelo Brasil em 1949. Ainda hoje, São Januário é o maior e o melhor estádio particular do Rio de Janeiro. Além de sua importância esportiva, o estádio foi palco de diversos eventos marcantes da História do Brasil, como comícios políticos e assembléias de sindicatos de trabalhadores. Foi durante um histórico comício de 1º de maio em São Januário que o então presidente Getúlio Vargas (que aliás era vascaíno) anunciou as primeiras leis trabalhistas do Brasil.
No jogo inaugural do estádio, na ensolarada tarde de 21 de abril de 1927, o Vasco enfrentou a equipe do Santos, famosíssima então pela força arrasadora do seu ataque. O Santos venceu por 5 a 3, apos um empate de 1 a 1 no primeiro tempo. Evangelista (2), Feitiço, Omar e Araken marcaram pelos santistas e Galego - o primeiro gol do Vasco no seu novo estádio -, Negrito e Pascoal pelos cruzmaltinos. Antes da partida houve várias solenidades, culminando com o corte de uma fita simbólica pelo aviador português Sarmento de Beires, realizador da travessia Lisboa-Rio comandando o avião "Argos". Várias autoridades se fizeram presentes, inclusive o presidente da República, Washington Luís. Os refletores foram inaugurados praticamente um ano depois, em 31 de março de 1928, com a realização de uma partida internacional (fato raro na época) contra o Wanderers, de Montevidéu. O Vasco venceu por 1 a 0, gol olímpico do ponta-esquerda Santana.
Nos anos 30, muitos craques de renome vestiram a camisa do Vasco da Gama, até então sempre negra com uma faixa branca (daí o apelido de "os camisas negras"). Dentre estes craques (Russinho, Pascoal, Feitço, Niginho), destacavam-se três gênios: Fausto (que graças à sua participação na Copa do Mundo do Uruguai em 1930 foi apelidado de "Maravilha Negra"), Domingos da Guia (considerado por muitos o melhor zagueiro da História do futebol brasileiro) e Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", que dispensa comentários. Com esta verdadeira constelação, o Vasco foi campeão carioca em 1934 e 1936, além de ter cedido jogadores para as os selecionados nacionais que disputaram as Copas do Mundo de 1930, 1934 e 1938.
No Remo, simplesmente não havia adversários. O Vasco foi duas vezes hexacampeão, entre 1927 e 1932 e entre 1934 e 1939. Entre 1927 e 1939, portanto, apenas um título escapou, o de 1933.
Mas foi na década de 40 que o Vasco montou o melhor time de sua História. Após vários anos sem ganhar títulos cariocas, O Vasco contratou o treinador uruguaio Ondino Viera e começou a trazer craques, como o atacante Ademir, vindo do Sport, e o trio Lelé, Isaías e Jair, contratados junto ao Madureira. O time cruzmaltino só não foi campeão em 1944 porque um gol ilegítimo do flamenguista Valido deu ao clube da Gávea o título daquele ano.
Porém, a partir daí, não teve para ninguém: o Vasco venceu todos os torneios possíveis e imagináveis no Brasil e fora dele. Já em 1944, apesar da derrota "roubada" no Carioca, o Vasco já havia abocanhado 3 títulos: Torneio Início, Torneio Relâmpago e Torneio Municipal. Em 1945, a festa foi maior ainda: além do Campeonato Carioca Invicto, o segundo de sua História, o Vasco ganhou o Bicampeonato do Torneio Municipal e do Torneio Início. Com a conquista do Campeonato de Remo Invicto, o Vasco sagrou-se assim Campeão Invicto de Terra-e-mar, o que lhe valeu a primeira estrela de sua bandeira.
Em 1946, o Vasco ganhou o Bicampeonato do Torneio Relâmpago e o Tricampeonato do Torneio Municipal. Em 1947, novo título carioca invicto, além do Tetracampeonato do Torneio Municipal. E em 1948, o Torneio Início, que acabou ofuscado pelo maior título do Vasco em seus primeiros 50 anos: o de Primeiro Campeão Sul-Americano Invicto, conquistado no Chile contra todos os campeões do continente sul-americano. Este foi o primeiro título de um time de futebol brasileiro - incluindo aí a Seleção - conquistado fora das fronteiras do Brasil. Recentemente, este título foi reconhecido pela CONMEBOL e tem o status de uma Libertadores da América. Sem dúvida, foi o ápice desta geração de craques: Barbosa, Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Friaça, Ademir e Chico.
O ano de 1949 reservaria novas glórias ao "Expresso da Vitória" (como ficou conhecido o escrete vascaíno), com mais um título carioca invicto aterrisando em São Januário. Nesta época, o Vasco era a base da Seleção Brasileira que conquistaria o Sul-Americano de 1949 e o Vice-campeonato Mundial em 1950. A derrota na Copa do Mundo não abalou os vascaínos, que ganharam de lambuja o Carioca de 1950, fazendo do Vasco o primeiro campeão carioca do Maracanã. Um título carioca em 1952 e três torneios internacionais conquistados em 1953 encerrariam a era Expresso da Vitória.
Ademir, o jogador símbolo daquela época, artilheiro da Copa do Mundo de 1950, encerraria a carreira em 1956, ano em que o Vasco ainda venceu mais uma vez o Campeonato Carioca. Em 1958, o Vasco forneceu três jogadores a seleção campeã mundial, Bellini, Orlando e Vavá. Diga-se de passagem que Bellini foi o capitão do time (o primeiro brasileiro a erguer a Taça Jules Rimet) e que Vavá foi o artilheiro do Brasil na Copa com 5 gols. Naquele ano glorioso, o Vasco conquistou pela primeira vez o Torneio Rio-São Paulo e venceu o Campeonato Carioca depois de dois triangulares decisivos com Botafogo e Flamengo. Este título ficou conhecido como o Super-supercampeonato de 1958. Em 1959, o Vasco conquistou seu 16º título carioca consecutivo no Remo, feito até hoje não igualado.
Os anos 60 foram os os piores da História do Vasco em termos de conquistas. Ainda assim, o clube foi o primeiro campeão da Taça Guanabara, torneio instituído em 1965 (e que, até 1972, era disputado separadamente do Campeonato Carioca) e levou ainda, "de quebra", um Torneio Rio-São Paulo, num título que acabou dividindo com Santos, Corinthians e Botafogo. Se o futebol fraquejava, o basquete mostrava sua força: campeão carioca em 1963, 1965 e 1969, em uma época que o Brasil era bicampeão mundial desse esporte (1959/1963).
Na década de 70, o primeiro título do Vasco foi o de campeão carioca de 1970, quebrando um jejum de 12 anos neste certame. Em 1974, tornou-se o primeiro clube do Rio de Janeiro a levantar o Campeonato Brasileiro, vencendo o Cruzeiro por 2 a 1 no Maracanã. Em 1977, o Vasco conquistou o Campeonato Carioca com uma campanha incrível: em 29 jogos, 25 vitórias, 3 empates e apenas uma derrota (América 1 a 0). Como se não bastasse, a defesa levou apenas 5 gols nestes 28 jogos, incluindo aí uma série de 17 jogos sem tomar gol. O título veio na decisão do segundo turno, contra o Flamengo, numa disputa de pênaltis após o placar de 0 a 0 no tempo normal. Roberto Dinamite - maior artilheiro da História do Vasco, com 698 gols - converteu a última cobrança.
A década de 80 também trouxe muitas glórias ao Clube da Colina. Em 1982, o Vasco venceu o Estadual quando todos apostavam que o Flamengo - na época com um grande time - seria o campeão. A decepção pelo vice-campeonato brasileiro em 1984 diante do Fluminense foi apagada com o bicampeonato estadual de 1987 e 1988, ambos em cima do Flamengo e com vitórias de 1 x 0 na decisão. Em 1987, o gol foi de Tita; em 1988, de Cocada. Com o Rio de Janeiro reconquistado, o Vasco trouxe vários craques (o que lhe valeu o apelido de Sele-Vasco) e conquistou o Campeonato Brasileiro pela 2ª vez em 16/12/1989, ao vencer o São Paulo por 1 a 0, no Morumbi, com um gol do jovem Sorato. No exterior a estrela vascaína também brilhou, com o Vasco conquistando o tricampeonato do Troféu Ramón de Carranza em 1987, 1988 e 1989, num show dos jogadores revelados em São Januário: Romário, Bismarck, Vivinho, Sorato e William.
Na década de 90, o Vasco chegou até onde nunca havia chegado. Não só geograficamente (foi o primeiro clube brasileiro a excursionar à Índia, em 1993) como em matéria de glórias e títulos. O início do sonho foi em 1992, com o quinto título estadual invicto da História. Continuou em 1993 e 1994, quando, de maneira irrepreensível, conquistou o primeiro Tricampeonato Estadual de sua História. E terminou com a saraivada de títulos do fim da década: Campeão Brasileiro em 1997, Estadual e da Libertadores em 1998 (no ano do Centenário) e do Rio-São Paulo em 1999. Como se não bastasse, a estrutura campeã montada no esporte amador fez com que o Vasco da Gama se tornase uma das maiores potências olímpicas do mundo, tendo sob contrato cerca de 90% dos grandes atletas brasileiros em todas as modalidades. O time de Basquete, por exemplo, chegou a ser a melhor equipe amadora do mundo, sendo superada no Campeonato Mundial (McDonald's Open) apenas pela equipe do San Antonio Spurs, campeã da NBA.
O ano de 2000 começou com a tristeza pela perda do 1º Mundial de Clubes da FIFA, mas o Vasco se recuperou dando a maior goleada dos últimos 50 anos sobre o rival Flamengo: 5 a 1, no jogo que ficou conhecido como "o Chocolate de Páscoa." A derrota no Estadual abalou a equipe, mas as contratações de Clébson, Jorginho Paulista, Euller e - principalmente - Juninho Paulista fizeram o time crescer no segundo semestre e realizar uma façanha que, no Brasil, só o Santos de Pelé havia conseguido até então: ganhar um título brasileiro (Copa João Havelange) e um título sul-americano (Copa Mercosul) no mesmo ano.
A Copa Mercosul foi conquistada de forma extraordinária. O Vasco começou mal na competição, sendo derrotado pelo Peñarol em Montevidéu por 4 a 3. Recuperou-se ao golear o San Lorenzo por 3 a 0 em São Januário mas escorregou de novo ao perder para o Atlético-MG, no Mineirão, por 2 a 0. Quando o Vasco empatou com o Peñarol por 1 a 1 em São Januário, tudo parecia perdido. Afinal, só duas vitórias vascaínas aliadas a uma combinação de resultados (de outros grupos, inclusive) classificaria o Vasco para as quartas-de-final. Mas o Vasco é o time da virada; venceu o San Lorenzo fora de casa e o Galo em São Januário (ambos por 2 a 0) e, favorecido pelos outros resultados, acabou se classificando.
Nas quartas-de-final, o Vasco enfrentou pela primeira vez em sua história o Rosário Central, da Argentina. No Rio, uma vitória por 1 a 0. Em Rosário, a derrota pelo mesmo placar, com o gol saindo no último minuto, fez com que a decisão da vaga fosse para os pênaltis. E, nos pênaltis, o Vasco mais uma vez se superou e ganhou o direito de ir à próxima fase. Nas semifinais, o duelo com o velho freguês River Plate foi mais fácil do que de costume: uma goleada por 4 a 1 em Buenos Aires e uma vitória por 1 a 0 no Rio.
A decisão seria contra o Palmeiras, que chegava à sua terceira final seguida da Copa Mercosul. O primeiro jogo, em São Januário, terminou com a vitória vascaína por 2 a 0. O Verdão, no entanto, devolveu a derrota uma semana depois, no Parque Antártica, por 1 a 0. Ficou para o dia 20 de dezembro a finalíssima da competição, novamente no campo do Palmeiras.
Foi neste dia que aconteceu o que talvez tenha sido a maior vitória do Vasco em todos os tempos. Após começar perdendo o jogo por 3 a 0 no primeiro tempo, o Vasco, que contava nesse jogo com a estréia do treinador Joel Santana, se encheu de brio e partiu para cima do Palmeiras na etapa final, virando o placar para 4 a 3 e levantando a taça. Os gols do Vasco foram marcados por Romário (três, sendo dois de pênalti) e Juninho Paulista, e o Vasco ainda ficou numericamente inferiorizado (Júnior Baiano foi expulso) quando perdia por 3 a 2. O gol do título, marcado pelo Baixinho aos 47 minutos do segundo tempo, fez explodir a galera vascaína em todo mundo, que não gritava "É campeão" havia um ano e meio (muito tempo, em termos de Vasco).
Esta finalíssima da Copa Mercosul passou para a História como a maior virada da história do futebol, pois, jamais, até aquele dia, um time havia virado o placar de uma decisão de um campeonato de tal importância de 3 a 0 para 4 a 3, na casa do adversário, com um jogador a menos e no jogo de estréia de um treinador.
Na Copa João Havelange o Vasco também teve que se superar para chegar ao título. Porém, quem pensa que os principais adversários foram equipes, jogadores, treinadores ou mesmo algum árbitro, se enganou. Na verdade o Vasco da Gama sofreu uma sórdida campanha difamatória feita pela maioria da imprensa brasileira por causa do acidente em São Januário no dia 30/12/2000, durante a decisão contra o São Caetano. Um acidente grave, sim, mas que não deixou vítimas fatais como outras tragédias que aconteceram na mesma época mas que não tiveram a mesma cobertura por parte da imprensa que teve a queda do alambrado durante o jogo Vasco x São Caetano. Após muitas mentiras, manipulações e todo o tipo de vingança da mídia contra Eurico Miranda, a justiça prevaleceu e um novo jogo foi marcado para decidir a Copa João Havelange. E, nesta partida, disputada no dia 17 de janeiro de 2001, o Vasco foi superior do início ao fim e acabou com a banca do "Azulão", enfiando-lhe três a um no Maracanã. Os gols da vitória vascaína foram marcados por Juninho, Jorginho Paulista e Romário.
O título de campeão da Copa João Havelange (reconhecido oficialmente pela CBF como tendo o mesmo status do de um campeão brasileiro) não fez mais do que coroar a eficiente campanha do Vasco no certame. Assim como na Mercosul, o Vasco começou com uma derrota, por 2 a 0 para o Sport em São Januário. Depois veio um empate contra o Cruzeiro também no Rio, por 3 a 3. A primeira vitória só ocorreu no terceiro jogo, contra o Corinthians, mais uma vez no Rio: 1 a 0. Depois disso, o Vasco foi alternando altos (venceu o Fluminense por 4 a 3, numa virada espetacular) e baixos (foi derrotado pelo Flamengo por 4 a 0) até que uma vitória sobre o Grêmio em pleno Olímpico, por 1 a 0, garantiu matematicamente sua classificação às oitavas-de-final.
A partir daí, o time embalou e, até a decisão, só perdeu um único jogo. Nas oitavas, o Vasco eliminou o Bahia com um empate em Salvador (3 a 3) e uma vitória no Rio (3 a 2). Nas quartas-de-final, o Paraná foi derrotado por 3 a 1 no Rio e venceu por 1 a 0 em Curitiba, mas o placar foi insuficiente para classificá-lo. Nas semifinais, o adversário foi o Cruzeiro, que arrancou um empate por 2 a 2 no jogo de ida, em São Januário, após estar perdendo por 2 a 0. Foi este resultado que causou a demissão de Oswaldo de Oliveira e a chegada de Joel Santana. No jogo de volta, porém, a história seria bem diferente. Embalado pela épica vitória sobre o Palmeiras na final da Mercosul, conseguida quatro dias antes, o Vasco partiu para cima do Cruzeiro e eliminou-o em pleno Mineirão, com uma vitória por 3 a 1 que calou os 60 mil cruzeirenses que lotavam o estádio. Uma doce vingança contra o treinador Luiz Felipe Scolari, que, no início do semestre, desprezara o Vasco para treinar o time mineiro. A decisão, como já foi dito, foi contra o São Caetano. O primeiro jogo, disputado no Parque Antártica, terminou 1 a 1. O jogo de volta teve a vitória do Vasco por 3 a 1.
Ainda em 2000, aconteceram os Jogos Olímpicos de Sydney. Dos 204 atletas brasileiros que foram às Olimpíadas, 83 eram do Vasco. E, destes, 19 conquistaram medalhas para o Brasil.
O Vasco ainda fez bonito no Basquete (campeão brasileiro, estadual e bi da Liga Sul-Americana, no Masculino; e estadual, no Feminino), no Futsal (campeão da Taça Brasil, da Liga Nacional, do Metropolitano, do Estadual e do Rio/São Paulo/Minas), na Natação (bicampeão do Troféu Brasil e estadual), e no Vôlei (campeão carioca e estadual, no Masculino; e estadual, no Feminino). No Remo, sagrou-se tricampeão e encerrou o século XX como maior campeão carioca, com 42 títulos. Ao longo do ano 2000, no total, o Vasco conquistou 1.117 títulos em todas as modalidades e categorias.
Em 2001, as campanhas no Torneio Rio-São Paulo (o qual jogou praticamente com o time reserva) e no Estadual não foram das melhores. Na Libertadores, apesar da eliminação nas quartas-de-final, o Vasco quebrou o recorde de melhor campanha na primeira fase (seis vitórias em seis jogos) e igualou o de vitórias consecutivas na competição (oito).
E, no Esporte Amador, embora com a saída de várias estrelas, o Vasco continuou vencendo. Sagrou-se, por exemplo, bicampeão brasileiro de Basquete Masculino (título inédito para o Rio de Janeiro) e campeão brasileiro Feminino, passando a ser o primeiro clube na História a ganhar, no mesmo ano, os Brasileiros Masculino e Feminino de Basquete.
Por tudo isso...

- PRO VASCO TUDO OU NADA?
- TUDO!
- ENTÃO COMO É QUE É QUE É?

CASACA! CASACA! CASACA-SACA-SACA!
A TURMA É BOA, É MESMO DA FUZARCA!
VASCO! VASCO! VASCOOOOOOO!

JOGADORES QUE ATUARAM NO VASCO DA GAMA ATÉ 2009




Álbum de Fotos
2000-2009


Vice-campeão Mundial de Clubes 2000

O Vasco armou uma verdadeira seleção para o I Mundial de Clubes da FIFA e terminou a competição invicto, somente sendo derrotado na disputa de penaltis.
Em pé: Hélton, Jorginho, Mauro Galvão, Gilberto e Júnior Baiano. Agachados: Edmundo, Felipe, Ramon, Amaral, Romário e Juninho.

Vasco 3x1 Manchester United, Mundial de Clubes 2000

Edmundo aplica um drible genial em Silvestre e marca o terceiro gol do Vasco na vitória por 3x1 sobre o campeão europeu, em 8/1/2000, no Maracanã. Nas arquibancadas, a torcida também deu show, dando a uma tal de fla-manchester o que esta merecia.

Goleada histórica

Romário marca o segundo e terceiro gols do Vasco (ele fez também o quarto) nos 5x1 sobre o Flamengo, na decisão da Taça Guanabara de 2000.

O primeiro título de 2000

Ajudado por Alex Oliveira, Romário ergue a Taça Guanabara, conquistada de maneira invicta, após a retumbante goleada de 5x1 no Flamengo, que ficou conhecida como Chocolate de Páscoa.

Nem a violência argentina parou o Vasco

Após serem goleados impiedosamente por 4x1 dentro do Monumental de Nuñez na primeira partida das semifinais da Copa Mercosul de 2000, o River Plate veio a São Januário disposto a tudo, menos jogar futebol. Trotta agrediu covardemente a Euller e foi expulso. O Vasco venceria também a segunda partida por 1x0.

Vasco 2x0 Palmeiras, primeira partida da final da Copa Mercosul de 2000

Esta vitória em São Januário abriu o caminho para a conquista da Copa Mercosul. Na primeira foto, Juninho cobra falta e a bola passa por baixo do goleiro Sérgio. Na segunda foto, Nasa levanta Romário, comemorando o segundo gol do Vasco.

Juninho Paulista e Romário calam o Parque Antártica

Com três gols de Romário e um de Juninho Paulista, o Vasco virou para 4x3 a final da Copa Mercosul de 2000, depois de estar perdendo por 3x0 no fim do primeiro tempo. A torcida palmeirense comemorava antecipadamente, mas teve que se calar quando Juninho Paulista empatou.

Campeão da Copa Mercosul 2000

Em pé: Júnior Baiano, Henrique, Mauro Galvão, Hélton, Márcio, Odvan, Jorginho e Nasa. Agachados: Pedrinho, Alex Oliveira, Paulo Miranda, Viola, Clébson, Jorginho Paulista, Romário, Euller, Juninho Paulista e Juninho.

Comemoração do título em pleno Parque Antártica

Após a virada histórica na final da Copa Mercosul 2000, Romário ergue a taça e os jogadores soltam o grito de Casaca.

Campeão Brasileiro 2000

Em pé: Hélton, Nasa, Jorginho, Jorginho Paulista, Fábio, Henrique, Odvan, Mauro Galvão e Júnior Baiano. Agachados: Juninho Paulista, Romário, Euller, Clébson, Viola, Paulo Miranda, Pedrinho, Juninho e Felipe.

Vasco 5x1 Flamengo, Campeonato Brasileiro 2001

Todos os gols de mais um chocolate:

1x0, Gilberto, de falta;

2x0, Romário escora um cruzamento de Euller;

3x0, Romário completa grande jogada de Euller;

4x0, Romário cabeceia a bola cruzada por Gilberto;

5x0, o goleiro Júlio César mal vê o petardo de Euller passar.

Poucos urubus permaneceram para testemunhar o golzinho deles, feito nos descontos.

Campeão da Taça Guanabara 2003

Marcelinho, Petkovic, Wellington Monteiro e Cadu festejam com a taça. Na última rodada, bastava o empate contra o Flamengo.

Campeão Estadual 2003

Em pé: Rodrigo Souto, Fábio, Flávio, Souza, Rogério Pinheiro, Bruno Lazaroni, Rogério Corrêa, Wellington Paulo e Alex. Agachados: Russo, Valdir, Edinho, Leo Lima, Wellington, Marques, Marcelinho, Henrique Lima e Cadu.

Vasco 2x1 Fluminense, segunda partida da final do Campeonato Estadual 2003

Os dois belos gols do Vasco na decisão: Na primeira foto, Leo Lima completa centro de Marcelinho da direita e abre a contagem. Na segunda foto, depois de um cruzamento antológico de letra de Leo Lima e o passe de cabeça de Cadu, Souza recebe, vira e marca o gol do título.

O milésimo gol de Romário

Em São Januário, Romário marca, de pênalti, o terceiro gol do Vasco e o milésimo da sua carreira, na vitória do Vasco sobre o Sport Club Recife por 3x1, em partida pelo Campeonato Brasileiro em 20 de maio de 2007.

Campeão Brasileiro da Série B 2009

Elenco vestindo a camisa comemorativa da volta à Série A, antes da partida da conquista do título, contra o América-RN, no Maracanã.
Em pé: Fernando Prass, Vilson, Titi, Tiago, Nílton, Gian e Souza. Agachados: Ramon, Fágner, Amaral, Alex Teixeira, Carlos Alberto, Élton, Fumagalli, Philippe Coutinho, Paulo Sérgio, Aloísio e Ernani.

Troféu da Série B 2009

O presidente Roberto Dinamite e o capitão Carlos Alberto exibem o troféu, a medalha e a faixa de campeão brasileiro da Série B de 2009.

Álbum de Fotos
1992-1999


Campeão Estadual de 1992, invicto

Em pé: Luiz Carlos Winck, Carlos Germano, Tinho, Jorge Luís, Luisinho e Eduardo. Agachados: Leandro, Carlos Alberto Dias, Edmundo, Roberto e Bismarck.

Bicampeão Estadual de 1993

Em pé: Jorge Luís, Carlos Germano, Torres, Pimentel, França e Cássio. Agachados: Leandro, Geovani, Valdir, Gian e Bismarck.

Taça Guanabara de 1994

Dener e Valdir comemoram, após o Vasco golear o Fluminense por 4x1, durante a campanha do tri estadual em 1994.

Tricampeão Estadual de 1994

Em pé: Ricardo Rocha, Carlos Germano, Torres, Pimentel, Luisinho e Cássio. Agachados: William, Leandro, Yan, Jardel e Bismarck.

Edmundo em tarde de gala

Edmundo festeja seus três gols na goleada do Vasco por 4x1 sobre Flamengo, no campeonato brasileiro de 1996.

Galera festeja a entrada do time em campo

Antes da partida Vasco 1x0 Botafogo, no Maracanã, em 19/10/97.

Campeão Brasileiro de 1997

Equipe que venceu o Botafogo por 1x0 em 19/10/1997. Em pé: Filipe Alvim, Odvan, Mauro Galvão, Carlos Germano, Evair e Luisinho. Agachados: Edmundo, Felipe, Ramón, Juninho e Nasa.

Vasco 3x1 Portuguesa, 1997

Depois de driblar o zagueiro, Evair fuzila e abre a contagem na decisiva vitória do Vasco no Morumbi em 29/11/1997, na segunda fase do Campeonato Brasileiro.

Vasco 4x1 Flamengo, 1997

Edmundo dribla Clemer para marcar o primeiro de seus três gols na histórica goleada, em 3/12/1997, e põe o Vasco na final do Campeonato Brasileiro.

Taça do Campeonato Brasileiro de 1997

Juninho e Edmundo levantam a taça no Maracanã após o empate com o Palmeiras na segunda partida da final.

Campeão Estadual de 1998

No estádio de Moça Bonita, antes de derrotar o Bangu por 1x0 e se sagrar campeão antecipadamente. Em pé: Márcio, Felipe, Vítor, Odvan, Mauro Galvão, Válber, Alex Pinho e Caetano. Agachados: Nélson, Ronaldo Luís, Luizão, Mauricinho, Maricá, Luís Claudio, Donizete, Nasa, Juninho e Pedrinho.

Taça do Campeonato Estadual de 1998

Orgulhosamente exibida em São Januário por Donizete, Mauro Galvão e Carlos Germano.

São Januário lotado

Na primeira partida da final da Libertadores, em 12/8/1998, vitória de 2x0 sobre o Barcelona de Guayaquil.
Fotos exclusivas de Juliano Tubino

Campeão da Copa Libertadores da América 1998

Em pé: Carlos Germano, Alex, Nasa, Vágner, Mauro Galvão, Odvan, Válber, Márcio e Vítor. Agachados: Mauricinho, Luizão, Ramon, Donizete, Juninho, Pedrinho, Felipe, Luisinho e Sorato.

Cinco ídolos vascaínos

Vavá, Alcir, Roberto, Brito e Barbosa festejam o centenário do Vasco.

Campeão do Torneio Rio-São Paulo 1999

Em pé: Nasa, Zé Maria, Carlos Germano, Guilherme, Mauro Galvão, Odvan, Alex e Márcio. Agachados: Luizão, Maricá, Paulo Miranda, Alex Oliveira, Ramon, Zezinho, Donizete, Felipe, Juninho e Vágner.


Álbum de Fotos
1971-1991


Campeão Brasileiro de 1974

Em pé: Andrada, Miguel, Alcir, Fidélis, Moisés e Alfinete. Agachados: Jorginho Carvoeiro, Zanata, Ademir, Roberto e Luiz Carlos.

O gol mais bonito de Roberto

Sequência de 3 fotos: Vasco 2x1 Botafogo, no Maracanã, em 1976. Aos 45 minutos do segundo tempo, Roberto faz o gol da vitória, o segundo dele no jogo.

Campeão da Taça Guanabara de 1976

Em pé: Mazaropi, Toninho, Abel, Renê, Zanata e Marco Antônio. Agachados: Luís Fumanchu, Zé Mário, Dé, Roberto e Luiz Carlos.

O ídolo entra em campo

O artilheiro Roberto no estádio da Portuguesa, em 1977.

Vasco 2x0 Botafogo, 1977

Em 1977, o Vasco conquistou o bi da Taça Guanabara ao vencer o Botafogo por 2x0 na decisão, com dois gols de Roberto. O primeiro foi de cabeça, completando um cruzamento perfeito de Orlando.

Jogadores saúdam a galera

No Maracanã lotado, antes de mais uma vitória no Campeonato Estadual de 1977.

Campeão Estadual de 1977

Em pé: Mazaropi, Orlando, Abel, Zanata, Geraldo e Marco Antônio. Agachados: Wilsinho, Zé Mário, Roberto, Dirceu e Ramón.

A volta do Dinamite em 1980

Roberto fuzila a Jairo, no terceiro dos seus cinco gols na vitoria por 5x2 sobre o Corinthians, durante o Campeonato Brasileiro de 1980.

Campeão Estadual de 1982

Em pé: Galvão, Serginho, Ivan, Celso, Pedrinho e Acácio. Agachados: Pedrinho Gaúcho, Ernâni, Dudu, Roberto e Jérson.

Bicampeão da Taça Guanabara 1986/87

Em pé: Paulo Roberto, Donato, Moroni, Dunga, Mazinho e Acácio. Agachados: Mauricinho, Geovani, Tita, Roberto e Romário.

Campeão invicto da I Copa de Ouro 1987, em Los Angeles

Time que venceu o América do México por 5 a 0 na estréia. Em pé: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Moroni, Pedrinho e Dunga. Agachados: Mauricinho, Geovani, Roberto, Tita e Romário.

Vasco 2x1 Flamengo, 1988

Sequência de 4 fotos: Na primeira partida da decisão do Campeonato Estadual, Romário faz o golaço da vitória, na virada que deixou o Vasco a um ponto da conquista do bicampeonato.

Bicampeão Estadual 1987/88

Em pé: Paulo Roberto, Mazinho, Zé do Carmo, Donato, Fernando e Acácio. Agachados: Geovani, Romário, Vivinho, Henrique e Bismarck.

Tricampeão do Troféu Carranza 1987/88/89

Em pé: Marcelo, Bismarck, Zé do Carmo, França, Tato, Vivinho, Marco Antônio Boiadeiro, Sorato, Tornado, Célio Silva e Acácio. Sentados: Anderson, Luiz Carlos Winck, Andrade, Cássio, Alcir Portela, Jorge Salgado, Eurico Miranda, Nelsinho Rosa, Mazinho, William, Marco Aurélio e Leonardo.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.

Campeão Brasileiro de 1989

Em pé: Mazinho, Luiz Carlos Winck, Zé do Carmo, Quiñones, Marco Aurélio e Acácio. Agachados: William, Sorato, Marco Antônio Boiadeiro, Bebeto e Bismarck.

Vasco 1x0 São Paulo, 1989

Sorato marca o gol do título com uma cabeçada no canto direito de Gilmar, na final do Campeonato Brasileiro, em pleno Morumbi.

Álbum de Fotos
1953-1970


Campeão do Quadrangular Internacional do Rio, 1953

Equipe que venceu o Flamengo por 5 a 2 na final. Em pé: Barbosa, Haroldo, Augusto, Eli, Danilo e Walter. Agachados: Sabará, Ipojucan, Ademir, Alvinho e Chico.
Imagem do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Campeão do Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, 1953

Em pé: Mirim, Ernani, Haroldo, Jorge, Danilo, Augusto. Agachados: Sabará, Maneca, Ipojucan, Pinga e Chico.

Vasco 2x1 São Paulo, 1953

Pinga marca o seu segundo gol na final do Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, dando mais um título internacional ao Vasco.

Campeão carioca de 1956

Em pé: Carlos Alberto, Paulinho, Bellini, Laerte, Orlando e Coronel. Agachados: Sabará, Vavá, Livinho, Válter e Pinga.

Paulinho, Carlos Alberto e Bellini

Defesa campeã carioca de 1956.

Paulinho

O lateral direito em 1956.

Válter Marciano

Válter foi um dos destaques do time campeão de 1956.

Pelé no Vasco

Em 1957, pelo combinado Vasco-Santos.

Almir

Pernambuquinho quando chegou ao Vasco em 1957.

Vencedor do Troféu Teresa Herrera de 1957

Em pé: Carlos Alberto, Martim Francisco (técnico), Viana, Laerte, Dario, Orlando e Ortunho. Agachados: Sabará, Válter, Vavá, Pinga e Livinho.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.

Campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1958

Em pé: Barbosa, Dario, Bellini, Écio, Orlando e Coronel. Agachados: Sabará, Rubens, Almir, Vavá e Pinga.

Bellini, Vavá e Orlando

Vascaínos titulares da seleção brasileira campeã do mundo em 1958.

Super-supercampeão carioca de 1958

Em pé: Miguel, Paulinho, Bellini, Écio, Orlando e Coronel. Agachados: Sabará, Almir, Roberto Pinto, Valdemar e Pinga.

Saulzinho e Viladôniga

Dupla de atacantes do Vasco na maioria das partidas do campeonato carioca de 1962. Saulzinho foi o artilheiro do campeonato.

Campeão do Torneio Pentagonal do México 1963

Time que conquistou o título ao empatar em 1x1 com o Dukla Praga na última rodada. Em pé: Ita, Joel, Brito, Maranhão, Barbosinha e Coronel. Agachados: Sabará, Viladôniga, Saulzinho, Lorico e Ronaldo.

Um dos mais belos gols do Vasco no Maracanã

Célio deixa sua marca de artilheiro contra o América, em partida do campeonato carioca de 1963.

Campeão da Taça Guanabara de 1965

Em pé: Gainete, Joel, Brito, Maranhão, Fontana e Oldair. Agachados: Luisinho, Mário, Célio, Lorico e Zezinho.

Brito ergue a I Taça Guanabara

O capitão vascaíno ergue o troféu conquistado em 1965 na decisão contra o Botafogo.

Campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1966

Em pé: Amauri, Joel, Brito, Maranhão, Fontana e Oldair. Agachados: Luisinho, Lorico, Célio, Danilo Meneses e Tião.
Foto proveniente do arquivo fotográfico de O Globo

Finalista da Taça de Prata de 1968

Equipes que disputaram a primeira e terceira partidas do quadrangular final, respectivamente:
1) Em pé: Pedro Paulo, Brito, Buglê, Fontana, Eberval e Ferreira. Agachados: Nado, Alcir, Adílson, Valfrido e Danilo Meneses.
2) Em pé: Valdir, Brito, Moacir, Benetti, Eberval e Ferreira. Agachados: Nado, Alcir, Valfrido, Bianchini e Danilo Meneses.

Vasco 1x0 Flamengo, 1970

Silva desloca a Sidnei e marca o gol da vitória, aos 41m do segundo tempo, em partida pelo turno do campeonato carioca.

Campeão carioca de 1970

Equipe que venceu o Madureira (2x0) no returno. Em pé: Andrada, Alcir, Clóvis, Moacir, Eberval e Fidélis. Agachados: Jaílson, Buglê, Valfrido, Silva e Gilson Nunes.

Vasco 2x1 Botafogo, 1970

Valfrido marca o gol do título, aos 13m do segundo tempo, na penúltima rodada do campeonato carioca.

Campeão carioca de 1970

Campeão por antecipação, o Vasco posa de faixa antes da última partida.
Em pé: Andrada, Alcir, Renê, Moacir, Eberval, Fidélis e Tim (técnico). Agachados: Luiz Carlos, Ferreira (reserva), Buglê, Silva, Valfrido e Gilson Nunes.

Buglê ergue a Taça

O capitão do time exibe a taça de campeão carioca de 1970, para delírio da torcida vascaína que lotou o Maracanã na última partida.

Roberto

Em 1970, nos juvenis, desponta o futuro Dinamite.

Álbum de Fotos
1944-1952


Campeão invicto do Torneio Relâmpago de 1944

Em pé: Alfredo, Zago, Yustrich, Rafanelli, Eli e Argemiro. Agachados: Djalma, Lelé, Isaías, Jair e Chico. O Expresso da Vitória ainda em estado embrionário posa para a foto antes de conquistar o seu primeiro título com uma goleada sobre o Flamengo por 5x2, em General Severiano.

Campeão do Torneio Municipal de 1944

Em pé: Oncinha, Rafanelli, Berascochéa, Rubens, Alfredo e Argemiro. Agachados: Djalma, Lelé, Isaías, Jair e Chico. Equipe que conquistou o título na última rodada, com o empate de 2x2 com o Flamengo, nas Laranjeiras.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.

Campeão do Torneio Início de 1945

Em pé: Sampaio, Barcheta, Berascochéa, Augusto, Dino e Argemiro. Agachados: Santo Cristo, Lelé, João Pinto, Elgen e Chico. O Vasco conquistou o Torneio Início de 1945 vencendo o Botafogo por 2x0 na final.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.

Campeão invicto do Torneio Municipal de 1945

Em pé: Sampaio, Berascochéa, Rubens, Nílton, Dino e Barcheta. Agachados: Santo Cristo, Lelé, Isaías, Djalma e Chico. O Vasco seria tetra-campeão do Torneio Municipal, de 1944 a 1947, mesmo com o Expressinho disputando a maioria dos jogos.

Barbosa em dois tempos

O maior goleiro do Vasco no início de carreira em 1945 e já veterano em 1960.

Linha do campeão carioca invicto de 1945

Ademir, Lelé, Isaías, Jair e Chico, antes da partida contra o Fluminense (1x1), em São Januário.

Elenco do campeão carioca invicto de 1945

Em pé: Ondino Viera (técnico), Cordeiro, Djalma, Santo Cristo, Lelé, Ademir, João Pinto, Jofre, Isaías, Jair e Pacheco. Ajoelhados: Alfredo II, Berascochéa, Eli, Dino, Nílton e Argemiro. Sentados: Rafanelli, Augusto, Barbosa, Rodrigues, Sampaio, Jorge e Mário Américo (massagista).

Campeão do Torneio Municipal de 1946

Em pé: Barcheta, Alfredo, Berascochéa, Danilo, Sampaio e Argemiro. Agachados: Friaça, Lelé João Pinto, Elgen e Mário.
Os tricampeões do Torneio Municipal envergam as faixas, entregues no amistoso de reinauguração do estádio do São Cristóvão na rua Figueira de Melo, no dia 29 de junho de 1946. O Vasco venceu o São Cristóvão por 5x3. O título havia sido conquistado três dias antes, com uma vitória de 1x0 sobre o Fluminense na decisão.

Campeão carioca de 1947, invicto

Em pé: Eli, Jorge, Barbosa, Rafanelli, Augusto e Danilo. Agachados: Djalma, Lelé, Dimas, Maneca e Chico.

Campeão Sul-Americano de 1948, invicto

Em pé: Augusto, Barbosa, Rafanelli, Danilo, Jorge e Eli. Agachados: Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico.

Barbosa defende pênalti

Barbosa salta para o canto esquerdo e defende um pênalti durante o Campeonato Sul-Americano de Campeões no Chile em 1948.

Vasco 1x1 Colo Colo, 1948

Friaça sobe mais que o goleiro chileno e empata a partida, na penúltima rodada do Campeonato Sul-Americano de Campeões, em Santiago do Chile.

Campeão do Torneio Início de 1948

Equipe que estreou no Torneio Início de 1948, em General Severiano, com uma vitória sobre o Bonsucesso por 1x0. Em pé: Eli, Wilson, Barbosa, Rafanelli, Jorge e Danilo. Agachados: Djalma, Maneca, Dimas, Ademir e Chico. Nas partidas seguintes, Friaça e Tuta substituíram a Dimas e Ademir. O Vasco venceu o Olaria na final por 1x0.

Vasco 1x0 Arsenal, amistoso em 1949

1) Vasco. Em pé: Eli, Augusto, Jorge, Danilo, Barbosa e Sampaio. Agachados: Nestor, Maneca, Ademir, Ipojucan e Tuta.
2) Arsenal. Em pé: Forbes, Daniel, Swindin, Barnes, Macaulay e Smith. Agachados: McPherson, Logie, Rooke, Lishman e Vallance.
3) Após marcar o gol da vitória, Nestor é abraçado por Heleno, enquanto Ademir, Maneca, Augusto e Danilo se aproximam para comemorar.

Vasco 5x2 Flamengo, turno do campeonato carioca de 1949

1) Esta equipe venceu o Flamengo por 5x2 numa virada histórica, no dia 21 de agosto de 1949, em São Januário. Em pé: Eli, Jorge, Augusto, Danilo, Barbosa e Sampaio. Agachados: Nestor, Maneca, Ademir, Ipojucan e Mário.
2) No primeiro tempo, Maneca empata a partida em 2x2 com um chute rente à trave.
3) No segundo tempo, Nestor consolida a virada marcando o quarto gol, sem ângulo.

Campeão carioca de 1949, invicto

Equipe que venceu o América por 4x2 nas Laranjeiras, no returno. Em pé: Eli, Barbosa, Laerte, Augusto, Danilo e Alfredo. Agachados: Nestor, Ademir, Heleno, Maneca e Chico.

Ademir

O artilheiro dos campeonatos de 1949 e 1950.

Augusto

O capitão do Expresso da Vitória, em 1949.

Campeão carioca de 1950

O primeiro campeão do Maracanã. Em pé: Barbosa, Augusto, Laerte, Jorge, Danilo e Eli. Agachados: Alfredo, Ipojucan, Ademir, Maneca e Dejair.

Vasco 2x1 América, decisão de 1950

Em passe de Ipojucan, Ademir fica cara a cara com Osni e marca o gol da vitória na decisão do primeiro campeonato carioca disputado no Maracanã.

Vasco 3x0 Peñarol, 1951

Ademir chuta fora do alcance de Máspoli e marca o segundo gol, no amistoso que entrou para a história como o Jogo da Vingança, no Estádio Centenário, em Montevidéu.

Danilo

O "Príncipe", em 1952.

Campeão carioca de 1952

Em pé: Barbosa, Haroldo, Augusto, Danilo, Jorge e Eli. Agachados: Edmur, Ipojucan, Ademir, Maneca e Chico.

Ademir recebe a faixa

Com São Januário em festa, o artilheiro recebe do dirigente Antônio Carlos do Amaral Osório a faixa de campeão carioca de 1952. O goleiro reserva Ernani aparece parcialmente no canto direito da foto.


Álbum de Fotos
1924-1943


Campeão Carioca de 1929

Em pé: Tinoco, Brilhante, Itália, Jaguaré, Fausto e Mola. Agachados: Paschoal, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Matos e Santana.

Jaguaré sai do gol e desarma adversário

O lendário goleiro em lance contra Gabardo, do Palestra Itália, em partida realizada em São Januário pelo Torneio Rio-São Paulo de 1933.

Equipe entra em campo, em 1934

Domingos da Guia (de gorro), Rei e Russinho comandam a entrada em São Januário.

Domingos da Guia em ação no seu último jogo pelo Vasco

Vasco 1 x 4 River Plate, em São Januário, 10 de fevereiro de 1935.

Rei e Feitiço

O grande goleiro e o consagrado goleador, dois dos maiores craques do campeonato carioca de 1936 (FMD) conquistado pelo Vasco.

Campeão do Torneio Início de 1942

Em pé: Florindo, Walter, Zarzur, Figliola, Sampaio e Argemiro. Agachados: Alfredo II, Ademir, Nino, Villadoniga e Orlando.

Vencedor do Troféu da Paz

O Vasco conquistou definitivamente o suntuoso Troféu da Paz, oferecido pela loja "O Camizeiro", ao vencer o América por 2 a 1 (gols de Villadoniga), em 22 de março de 1942, finalizando uma melhor-de-três que havia sido iniciada em 1937. Nesse jogo, que marcou a estréia de Ademir, o Vasco usou a camisa branca com faixa preta pela segunda vez na sua história.
Em pé: Dacunto, Osvaldo, Zarzur, Walter, Florindo e Figliola. Agachados: Alfredo II, Ademir, Massinha, Villadoniga e Manuel Rocha.

Re-estréia da camisa branca com faixa preta

A partir do Torneio Início de 1943, o Vasco passou a usar a camisa branca com frequência. Anteriormente ela já tinha sido usada, mas se encontrava práticamente esquecida (clique aqui para ler todos os detalhes).
Em pé: Figliola, Haroldo, Roberto, Osvaldo, Octacílio, Argemiro e o técnico Ondino Viera. Agachados: Baptista, Lelé, Isaías, Jair e Chico.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.

Estréia da camisa preta com faixa branca

O Vasco estreou a camisa preta com faixa diagonal branca no campeonato carioca de 1943 (clique aqui para ler todos os detalhes).
Em pé: Alfredo II, Rodrigo, Figliola, Roberto, Sampaio, Argemiro e o técnico Ondino Viera. Agachados: Djalma, Ademir, Isaías, Nino e Chico.
Imagem gentilmente enviada por Clovis Ribeiro.


Álbum de Fotos
1898-1923


Adão Antônio Brandão

Maior atleta vascaíno e autor do primeiro gol oficial do Vasco.

O Vasco na série B da Liga Metropolitana, em 1921

Em pé: Palhares, Carlos Cruz, Nélson, Ernani Van Erven, Adão Brandão e Alfredo Godói. Agachados: Leão, Dutra, Torterolli, Negrito e Fernandes.

Campeão Carioca de 1923

Equipe posa antes de uma partida no estádio do Fluminense, em Laranjeiras. Em pé: Nicolino, Torterolli, Leitão, Ceci, Bolão, Negrito, Arlindo, Arthur, Mingote e Paschoal. No chão: Nélson.